Maria retomou a escrita no diário após três anos sem nenhum registro. Ao pegar aquele caderno de capa cor de rosa, meio emborrachada e com suas folhas sem pauta (Maria não gostava de limites), pôs-se a escrever… “Ah! Que saudade dessas páginas! Quantos sentimentos registrados aqui! Quase três anos se passaram e entre os fatosContinuar lendo “Maria(s)”
Arquivos da categoria: Crônicas
SIMPLESMENTE
(última atualização em 27 de junho de 2021) Por: Karina Freitas No segundo ano em pandemia comemorar mais um ano de vida é uma grande celebração. Receber e celebrar felicitações de saúde ganhou novo significado. Ter os mais próximos vivos e saudáveis é um motivo de gratidão. Vou querer mais o que neste momento? DaíContinuar lendo “SIMPLESMENTE”
A SEMENTE DO ACOLHIMENTO
Por: LIdianne Monteiro EM TODAS AS SITUAÇÕES, A DUREZA DO ABANDONO PODE TRAZER A LIÇÃO REDENTORA DA ACOLHIDA, A DEPENDER DE COMO REAGIMOS A ELE. Temos um gatinho em casa. Adotado há quase três anos. Fruto do desejo antigo da minha menina mais nova, ele chegou em um momento em que nossa família se reestruturavaContinuar lendo “A SEMENTE DO ACOLHIMENTO”
PG
Por: Rosi Santos Isso não tá certo não! Tô dilacerada com a dor da partida do Paulo Gustavo. Assim como fiquei dilacerada com a partida do meu tio Paulo, dos meus primos Fernando e Ismael, da tia Selma da Elaine, da mãe da minha amiga Marcelle, da mãe do Pe. Fabio, do colega de trabalhoContinuar lendo “PG”
Uma palavra para chamar de minha
Por: Elaine Resende Assisti esses dias a um trecho do filme Comer, rezar, amar, exatamente no ponto em que perguntam à escritora qual é a sua palavra. Ela responde de pronto: escritora. Ao que retrucam: isso é o que você faz, não quem você é. Mudei de canal 5 minutos depois, ou talvez 30, porqueContinuar lendo “Uma palavra para chamar de minha”
BATOM
Por: Julia Quintanilha Vermelho, laranja, rosa, marrom. Ela observava as cores e pensava no quanto sentia vontade de usar um, mesmo debaixo da máscara, sem ninguém ver. Que mal faria? Vermelho, laranja, rosa, marrom. Ela observava as cores e pensava no quanto sentia vontade de usar um, mesmo debaixo da máscara, sem ninguém ver. QueContinuar lendo “BATOM”
GATA NO CIO
Por: Rosi Santos Em cada salto, uma esperança de matar a vontade de algo que nunca experimentou. E ela amanheceu assim, completamente no cio! É um desespero de contorções, um desassossego de movimentos, nada tá bom, nada tá satisfatório. E ela segue no seu sofrimento matinal ao longo do dia… Comer e beber é umContinuar lendo “GATA NO CIO”
CASA SOLAR
Em janeiro do ano passado, participei de um desafio epistolar com uma comunidade de mulheres de língua espanhola. Nos três dias de desafio, enviei três cartas a uma estranha e devia receber três cartas de outra estranha. Recebi uma bela carta de uma professora de literatura que morava em Cali, uma cidade tropical do interiorContinuar lendo “CASA SOLAR”
Instagram, Lord Byron, Ada Lovelace e as coincidências divertidas da vida
Por: Elaine Resende Alguém há de comentar laconicamente que tudo ficou mais tedioso depois do smartphone. Um pouco, tenho que concordar! Para contar uma boa história muitos elementos são necessários. Precisa ter bons personagens, enredo cativante, as primeiras linhas devem entreter seu leitor para que ele não vá embora. Às vezes eu vou! E façoContinuar lendo “Instagram, Lord Byron, Ada Lovelace e as coincidências divertidas da vida”
FÉ
Por: Angelica Estou presa entre quatro paredes. Há um pouco de exagero nesta afirmação porque a casa onde moro é grande e tem muitas paredes. Sinto-me terrivelmente só e busco nos quadros de fotografias que enfeitam a minha sala, sentir de novo a alegria dos encontros que não posso ter. Minha mente é capaz deContinuar lendo “FÉ”
