Já faz algum tempo que estou com essa música na cabeça, do New West. Retrata uma separação dolorosa, como muitas que já vivi, não somente amorosas. Na letra, momentos tristes, como “You broke my heart, broke it again and put my health under stress” (Você partiu meu coração, partiu de novo e colocou minha saúdeContinuar lendo “Peace of Mind (Paz de Espírito)”
Arquivos da categoria: Crônicas
O pancadão levou a melhor (e eu fiquei sem saber o final da fofoca)
Uma tarde de outono agradável. Não posso dizer o mesmo do clima no ambiente. Gosto do apartamento em que moro. A vista, no entanto, não é lá muito bonita. Nada de jardim ou árvores, pois ficam no lado oposto do prédio. Vejo apenas janelas alheias. Na pequena varanda, onde passei a manhã, sentada na rede,Continuar lendo “O pancadão levou a melhor (e eu fiquei sem saber o final da fofoca)”
Amor de quatro patas
Theo, Theozinho, Theozão, Teteu, Teobaldo. Ou outras variações, como amor da mamãe, bichinho de pelúcia, etc. Teve até um dia que chamamos de Teletubbie. Assim temos apelidado esse cachorrinho que chegou há pouco tempo em nossas vidas e logo se tornou a estrela da casa. Pequenino e brincalhão, esse york lata veio tímido, e levouContinuar lendo “Amor de quatro patas”
Dançar Cura
“Os movimentos de uma pessoa são uma espécie de identidade que a caracterizam como um ser único no Universo”, diz Ju Marconato, bailarina de dança do ventre, criadora do método Dançacura, em seu livro, cujo subtítulo é: transformação pessoal através do movimento. Pratico dança do ventre desde 2018 e dança contemporânea desde 2022, por recomendaçãoContinuar lendo “Dançar Cura”
Pedacinhos inteiros
Muito se fala de que em nós habita o céu e o inferno e sob ele nossas mazelas e superações. Mas essa pintura é ilusão para nos dar a falsa promessa de que temos o controle do descontrole anunciado. Não somos parte A e B. Somos fragmentos colados por amor, intenções, promessas e esperança. QuandoContinuar lendo “Pedacinhos inteiros”
Maternidade Pet
Quando eu chego em casa todos os dias, há cerca de três meses, o primeiro som que escuto são patinhas serelepes do outro lado do portão. E ele fica alvoroçado e late, se eu demoro a abrir a porta. Ao entrar, começa a dar pulinhos de alegria, e logo corre para o quartinho ao ladoContinuar lendo “Maternidade Pet”
Lenine
Era uma viagem a trabalho a Recife. Havíamos acabo de retornar ao hotel em Boa Viagem, depois de um dia inteiro em campo. Sol, poeira, almoço apressado, trabalho em pé. Cansadas, sujas, famintas, paradas no hall do hotel, combinávamos aonde iriamos jantar. Sendo que eu nem queria ir comer com elas. Então, ele passou. MinhaContinuar lendo “Lenine”
Coração em regime semi-aberto
Quando eu estava conhecendo meu ex, ele me mandou uma mensagem com músicas que gostava. Um dia, nos encontramos e ele me perguntou se eu havia recebido a mensagem. Eu disse que sim. “E você não pensou em responder falando dos seus gostos?”. “Ah…”. Essa sou eu flertando. Perco o timing, me distraio, disfarço osContinuar lendo “Coração em regime semi-aberto”
Jornalismo
Jornalismo. Entrei nessa profissão quase que por um acaso. Gostava de escrever, de me comunicar e parecia ser algo compatível com os meus desejos. Mas, ao mesmo tempo, era uma forma de buscar segurança. Já que tudo que eu gostava me ligava à arte. E arte no Brasil não dá dinheiro… Comecei a faculdade, osContinuar lendo “Jornalismo”
Literatura
Lembro que quando era jovem, ainda criança, sempre tive vontade de me comunicar. Uma coisa dentro de mim que me revirava por dentro. Queria expressar minhas ideias para o mundo e contribuir para ele. Queria me singularizar de alguma forma. Era como se algo me comesse por dentro. Comecei então a fazer teatro. E cresceuContinuar lendo “Literatura”
