SONETO ÀS PALAVRAS MORTAS.

Arranquei as páginas do diárioPequenas e frágeisMomentos livresEximidos dos seus próprios pesos Arranquei as notas frágeisDe uma canção antigaO silêncio doloridoSuavizando o compasso Agora há abismo em suas páginasUm dia inexistenteAmanhecido e anoitecido em segundos Folhas sem pautasPequenos pedaços da mudezContidas na cadência do soneto. Crédito da imagem: Foto por Alina Vilchenko em Pexels.com “OsContinuar lendo “SONETO ÀS PALAVRAS MORTAS.”

LITERA-SE

Transbordando história em meio a linhas discretas Em linhas duras Em vidas sofridas  Em São Luís Desde o Parque Bom Menino Até a Praça Deodoro Existe um caminho que transmite ideias A estrada conta histórias de cada viagem pelo centro A literatura é a vida contada A ficção composta de diferentes lugares Das vivências comunsContinuar lendo “LITERA-SE”