O livro conta a história de Delia, uma relações públicas que pede o namorado com quem vive há 10 anos em casamento e descobre, no mesmo dia, que está sendo traída. A história de Delia se desenvolve a partir desse ponto. Primeiro o luto pela relação, passando por todos os estágios, inclusive a negação, atéContinuar lendo “Não Sou Eu, É Você, de Mhairi McFarlane, editora Harper Collins Brasil, julho/2016”
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Quero
QueroA vida levada.O coração abertoO sorriso de cara limpaO corpo no movimento do solVistoso, forte e quenteIluminando cada caminho,Escaldando a alma leve e livre como o vento, necessária eterna e transparente, pisando na terra saudável e resistente.Quero me banhar em cada gota de orvalho, rio, cachoeira e mar da minha essência!Quero!
Eu luto
Eu lutoe o meu lutoperpassaas minhas artériasos meus capilaresescuros de tinta azulada As raízes do meu peitodos meus cabeloshoje estão quase pretastintas de mar revolto. Pois a minha caneta chorae a tinta vem de dentro.Esse é o meu sangue.É disso que ele é feito:tinta. Nada consegueremediarIsso é apenas dortudo é apenas perda O que restaéContinuar lendo “Eu luto”
Um café (e um rapé), por favor!
Como falar das coisas do coração sem ser piegas, sem cair no senso comum?Quando aprendemos com ele. Quando nos acrescenta, nos engrandece e nos faz feliz.Quando aprendemos que amor, paixão, tesão, desejo, ternura se fundem numa confusão de sentimentos quando achamos a pessoa “certa”, aquela que dá match, se encaixa, funde, que atende nosso momento,Continuar lendo “Um café (e um rapé), por favor!”
ODE AOS LIVROS
Razia vidasem mastigarestilhas a curta existênciasurtas viventesmeros transeuntesem penitênciapurgam seusdescuidosos momentoseternos e passageiros.Repito teu nomevidanestes versossinto em cada fôlegotua repetiçãosubmersa em surpresas.Vidaocupo-me de tuas horasleio um entre tantos livrosespalhados nos aconchegosda casaeles rogam ansiososo afago de meus dedosfeito eueles também sofrem.os livros querem existirde verdade fora do papelcomo alma quevive fora do corpo.ocupo-me do banhobatismoContinuar lendo “ODE AOS LIVROS”
Desejo
-DESEJO Não sou constituída pelo mesmo substrato que você, homem. Narrativas de infância percorrem as memórias dos contos de fadas. Príncipes? Castelos? Donzelas adormecidas? Bah!!! Deles, trago no corpo as estrelas … a água e o pó das estrelas. Na alma, o sonho pulsante; no coração, a certeza instintiva. Insculpido, no ente, no ventre, oContinuar lendo “Desejo”
Meu querido adversário
O medo é um sentimento que costuma me rondar vez ou outra. É a ele que chamo, carinhosamente, de Querido Adversário. Querido, porque, se não fosse ele, eu não teria conseguido enfrentar algumas situações em minha vida. Situações que exigiram coragem, muita coragem e determinação. E foi por causa dele também, medo de me expor,Continuar lendo “Meu querido adversário”
Todo mundo sabe que homem não chora
Estive em um festival de dança cuja etapa da competição estava sendo realizada em minha cidade. Minha enteada estava competindo com sua academia de dança e fomos prestigiá-la. As apresentações eram realizadas em um ritmo frenético, praticamente sem pausas. Uma verdadeira maratona que deixava os expectadores sem fôlego, como se fôssemos nós a entrar, dançarContinuar lendo “Todo mundo sabe que homem não chora”
Resenha “Fiquei Com Seu Número, Sophie Kinsella, Editora Record, 8ª ed, setembro/2012”
Poppy é uma fisioterapeuta que trabalha com mais duas amigas em uma clínica e está noiva de Magnus, um intelectual membro de uma família de acadêmicos com publicações e programas de TV. Magnus a surpreendeu com um pedido de casamento relâmpago, após um mês de relacionamento, ao lhe dar “O Anel”, uma joia presente háContinuar lendo “Resenha “Fiquei Com Seu Número, Sophie Kinsella, Editora Record, 8ª ed, setembro/2012””
Querido Basílio
Lisboa, um dia qualquer de junho Querido Basílio, O abismo entre nós fez minhas lágrimas secarem, porém, ainda sinto na boca o gosto frio do punhal da humilhação, da chantagem e do abandono que cravaste em mim. Ainda me consumo de arrependimentos, quando lembro que devia ter deixado no passado, aquele amor que chamastes deContinuar lendo “Querido Basílio”
