Por: Jovina GBenigno Este amor que inibido, nem alvo foi do cupido, pois já vinha concebido num peito distraído. Ignorado ferido, Solitário, desvalido, sem nenhuma esperança, tão adulto tão criança, vai e vem não se cansa. Revela-se em alternância, e mesmo sem confiança, de ser mesmo um dia Amor, é flor de mel revelado, éContinuar lendo “AMOR EM VÃOS”
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ESCOLHA
Por: Alessandra Gabriel Embora não haja ninguém para amar, meu coração está anafado de amor. Por vezes ele transborda na singeleza da vida por outras se perde na dor. Dor essa ausência de ser do tamanho de si neve derretida, crisálida pele, cor… Essa ânsia de viver o que não se traduz e esse medoContinuar lendo “ESCOLHA”
AMOR
Por: Carol Pessôa Amor Confunde-se com ódio É um querer além de si Combina afeto e controle Atração e desatino Amor Tem a ver com desespero pelo outro Com um preocupar-se acima do possível Uma mistura de saúde e doença Dias de alegria, dias de desavença Amor É um esperar a troca Mas se despirContinuar lendo “AMOR”
V I N C E N T
Por: Livia Maria Vincent estava lá… No céu degradê ensolarado Seus olhos azuis Alma inquieta e apaixonada Extasiada pelo amarelo Vibrante infinito a percorrer o campo Pólen soprado pela brisa em seus cabelos Ah! Seus cabelos esvoaçavam Entre as folhas verdes, entre as pétalas Acariciando tua pele etérea. Vincent estava lá… Me sorriu milhões deContinuar lendo “V I N C E N T”
O TEU OLHAR
Por: Karla Militão No teu olhar me perco e me encontro. No teu olhar descubro o melhor e o pior de mim. No teu olhar vejo os anos da minha vida que não param de passar. Percebo a menina que fui e a mulher que me tornei. No teu olhar vejo a perspectiva contagiante deContinuar lendo “O TEU OLHAR”
FÊNIX
Por: Lidianne Monteiro Sou mil mulheres em várias vidas Em cada fase que parecia infinita, vi desmoronar sem aviso o muro das certezas Cada etapa se foi sem que se percebesse que jazia o tempo de dizer adeus De repente se foi Nem notei Nem me despedi E, sem aviso prévio nem lamento, uma vidaContinuar lendo “FÊNIX”
DUAS FORMAS DE SER
Por: Sônia Souza ÍMPAR Era um naquele instante ímpar procura seu lugar pequeno e cômodo no final do dia Pela manhã se feria no meio dos outros tantos pares E sentia na pele a dor de dividir o que deveria se completar FALTA UM Nas segundas emergia e duvidava até do que dizia(…) Na terçaContinuar lendo “DUAS FORMAS DE SER”
ESTAÇÕES
Por: Lidya Gois No inverno perco a roupagem Fico seca, aparento fraqueza e solidão Olho o entorno, as outras estão vaidosamente exuberantes e frondosas A comparação golpeia meu sossego e me lança flechas venenosas Ainda cingida de angústia, decido ouvir o Vento suave sussurrando O que Ele diz me aduba com um novo ânimo AprofundoContinuar lendo “ESTAÇÕES”
Memento
Memento. Gosto de te esquecer Gosto de te esquecer todos os dias Como um processo degenerativo, te lembrar. Para então, Ter motivo de esquecer. Gosto de verificar as portas e as janelas Me certificar continuam fechadas. Te olhar rindo nos dentes de domingos E desfolhar as cartas de mínimas Escritas Ditas Lidas Guardadas Furtivas DeContinuar lendo “Memento”
NA POESIA DOS TEUS OLHOS
Poeta das cores e luzes instantes, que se repetem sequer em sonhos. Encanto entorpecente aos sentidos! Meus olhos fixos em ti e em teu jardim, seguem teus passos a cruzar a ponte sob a tela flutuante de nenúfares… O amor se revela na vivacidade poética dos traços eternizados no entardecer… As sombras beijam o orvalhoContinuar lendo “NA POESIA DOS TEUS OLHOS“
