FÊNIX

Por: Lidianne Monteiro Sou mil mulheres em várias vidas Em cada fase que parecia infinita, vi desmoronar sem aviso o muro das certezas Cada etapa se foi sem que se percebesse que jazia o tempo de dizer adeus De repente se foi Nem notei Nem me despedi E, sem aviso prévio nem lamento, uma vidaContinuar lendo “FÊNIX”

CARTA PARA MÃE BIOLÓGICA DA MINHA FILHA ADOTIVA

Querida amiga: Este ano resolvi escrever cartas para as pessoas, que de alguma forma fazem parte da minha vida. Você é uma dessas pessoas, que entrou na minha vida de forma radical e para sempre.Hoje é seu aniversário. Não me esqueço e nunca poderei esquecer. Você me deu uma das joias preciosas de minha família.Continuar lendo “CARTA PARA MÃE BIOLÓGICA DA MINHA FILHA ADOTIVA”

Virando a página

Encontrou um pendrive com fotos antigas, em uma bolsa velha. Nem sabia mais que ele existia. Por um instante, hesitou. O que será que havia naquela modalidade de caixa do século 21? Tomou coragem. Abriu. Dentro, uma pasta “fotos”. Clicou. E um mar de lembranças surgiram. De repente, viajou para seu aniversário de 30 anos.Continuar lendo Virando a página

Vida de aconchego

Esperança de um tempo leve Sem rostos escondidos Esperança de poder abraçar sem medo  Uma vida de aconchego Olhar nos olhos e apertar as mãos  De conversar com os conhecidos Ver as crianças aglomeradas A correr e a brincar Saí por aí na correria sem preocupação Esse tempo nos faz sentir saudades Saudades de umaContinuar lendo Vida de aconchego

DE DENTRO DE MIM

Por: Sônia Souza EuEm uma mesa redonda, sentamosEra estranha a nossa troca de olharesUm desconhecimento conhecido, quase íntimo Na mesa as cartas iam sendo, uma a uma, apresentadasAutoestima CuidadoGentilezaAmor IntolerânciaFugaFantasia Realidade E diante de tudo perguntei até aonde aquilo iriaPerplexa ouvi a respostaFluida e paciente que saia de mim Vamos até o fim Crédito daContinuar lendo “DE DENTRO DE MIM”

Maria(s)

Maria retomou a escrita no diário após três anos sem nenhum registro. Ao pegar aquele caderno de capa cor de rosa, meio emborrachada e com suas folhas sem pauta (Maria não gostava de limites), pôs-se a escrever… “Ah! Que saudade dessas páginas! Quantos sentimentos registrados aqui! Quase três anos se passaram e entre os fatosContinuar lendo “Maria(s)”