Embora não haja ninguém para amar,
meu coração está anafado de amor.
Por vezes ele transborda na singeleza da vida
por outras se perde na dor.
Dor
essa ausência de ser do tamanho de si
neve derretida, crisálida
pele, cor...
Essa ânsia de viver o que não se traduz
e esse medo de não se tornar a flor.
Toda escolha é certa,
toda música expressa a emoção.
Agora escolho fechar os olhos
para ouvir o som do vento nas flores do ipê rosa
na noite de primavera.
Crédito da Imagem: Foto por Jonathan Borba em Pexels.com
“Os textos representam a visão das respectivas autoras e não expressam a opinião do Sabático Literário.”
Meu nome é Alessandra Gabriel, sou terapeuta integrativa apaixonada por estórias e histórias, com mais de duas décadas de experiência ajudando pessoas a encontrarem equilíbrio e bem-estar. Como mãe dedicada, encontrei na escrita uma forma de expressar minha essência e compartilhar minhas vivências com o mundo.
Minha paixão pela culinária e pela natureza se entrelaçam em cada página que escrevo. Acredito que a alimentação saudável e o contato com a natureza são fundamentais para uma vida plena e feliz. Em minhas histórias, busco transmitir essa conexão profunda com a natureza, explorando sabores, aromas e sensações que nos envolvem e nos conectam com o universo.
Os livros sempre foram meus companheiros mais fiéis, transportando-me para vários mundos e despertando minha imaginação.
Seja bem-vindo ao meu universo literário, onde a terapia, a maternidade, a culinária e a natureza se encontram em páginas repletas de tudo que você puder conectar.
Gratidão, gratidão, gratidão conecte-se
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Um comentário em “ESCOLHA”
Alessandra, parabéns! Teu texto me levou à minha infância, quando eu olhava pela janela do ônibus indo passar uns dias em Paracuru. Eu via aquelas casinhas de beira de estrada e ficava imaginando toda as vidas que ali poderiam estar.
Alessandra, parabéns! Teu texto me levou à minha infância, quando eu olhava pela janela do ônibus indo passar uns dias em Paracuru. Eu via aquelas casinhas de beira de estrada e ficava imaginando toda as vidas que ali poderiam estar.
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