AMARELO

Na chama que consome o cigarro, o tempo passa e as desditosas páginas se amontoam. Uma pilha de cacos desconexos do meu ser. O que está ali sobre a mesa sou eu em forma de prosa. Prosaica. Sorrio amarelo no espelho para a figura esquálida que me olha assustada. Há tempos não nos vemos. Impressiona-seContinuar lendo “AMARELO”