Que coisa é essa tal liberdade?É “memo” coisa?É coisa que se vive ou que se pega ou que se compra?Ou coisa que se devora num mundo de faz de conta?Livre eu, livre você, livre pra que?Livre de que?Ouvi dizer que livre quem éFaz o que querMas o que será que é?Será um cheiro, um gosto,Continuar lendo “Liberdade?”
Arquivos mensais:maio 2024
Uma Medalha e um Picolé
Maio é mês das mães, das noivas, da coroação de Nossa Senhora, e tambémmeu aniversário. Desde pequena adoro celebrar o dia, receber as pessoas,abraços, beijos, carinho e presentes. Bolo (que eu prefiro comer no diaseguinte, não conta pra ninguém!), docinho, salgadinhos, pipoca… tudo que me remete a aquele lugar na infância.Maio é um mês frescoContinuar lendo “Uma Medalha e um Picolé”
Para minha estrela
Eu aprendi do jeito mais difícil que é solitário quando ficamos sozinhos no mundo. Quando você se foi,eu demorei a perceber e depois perdi meu chão. Lembro de todas as nossas aventuras, segredos e confidências. Gostaria de ter mais lembranças físicas. Eu te guardo na memória e te escrevo com amor recheado de saudade. MuitoContinuar lendo “Para minha estrela”
Microcrônicas de capital #5
Já almoçou? – Gritei com a cabeça fora da janela do carro. Ele fez “não” com a mão. Eu fiz “vem cá” com a mão. A Juliana pegou uma marmita na caixa térmica quente, eu peguei uma garrafa de água na caixa térmica fria. – Vocês não são macumbeiros não, né? Pelo silêncio e minhaContinuar lendo “Microcrônicas de capital #5”
Pé e mão
Garganta ruim. Acordei tarde e rouca. Arli veio fazer minha unha… Disse que eu estava com voz de quem acabou de acordar. Eram 11h30 da manhã. Com um pouco de vergonha, mas também com raiva da impertinência da pergunta, respondi nem que “sim” nem que “não”: “Estou com uma gripe daquelas”.Mal sabe Arli, mas talvezContinuar lendo “Pé e mão”
Doce reencontro
Gosto de acordar de madrugada para ver a vida passar. Olhar para as ruas quase vazias, com a vida pulsando aos poucos.E ver o despertar do dia, lento…e mágico.Gosto de acordar de madrugada para não fazer nada.Sentir a tranquilidade de um dia sossegado, leve, sem pressa.E quase poder tocar na vida, que tímida, ainda adormece.GostoContinuar lendo “Doce reencontro”
