Na coletânea intitulada “Damas ferozes: contos feministas queatravessaram eras”, organizada pela editora Wish, agora vinculada àDarkSide, autoras de língua inglesa como Virginia Woolf, Charlotte PerkinsGilman (“O papel de parede amarelo”), Kate Chopin e Katherine Mansfieldexpressam o ponto de vista das mulheres do fim do século XIX ou início doséculo XX em relação a seu papelContinuar lendo “Resenha – A tempestade (Kate Chopin)”
Arquivos da categoria: Resenha
Resenha – O papel de parede amarelo (Charlotte Perkins Gilman)
“O Papel de Parede Amarelo” é um conto de 1892, da escritora estadunidense Charlotte Perkins Gilman. Nele, a narradora-protagonista, diagnosticada com um “esgotamento nervoso”, é confinada em um quarto por seu marido e médico, como “tratamento de repouso”. Ela é proibida de ter qualquer estímulo intelectual, como ler e escrever, mas escreve às escondidas. TranstornadaContinuar lendo “Resenha – O papel de parede amarelo (Charlotte Perkins Gilman)”
Kim Jiyoung, nascida em 1982, na Coreia do Sul (mas podia ser no Brasil)
A autora do livro “Kim Jiyoung, nascida em 1982”, Cho Nam-Joo, e eu nascemos no mesmo ano de 1978. Instigou-me saber o que uma contemporânea sul-coreana minha tinha a dizer sobre a vida de outra mulher, sua personagem Kim Jiyoung, um pouquinho mais jovem que a gente. Da cultura sul-coreana sei pouco. Do universoContinuar lendo “Kim Jiyoung, nascida em 1982, na Coreia do Sul (mas podia ser no Brasil)”
A Substância
Fui ao cinema acompanhando minha caçula de 18 anos em mais uma escolha dela pelo gênero de terror. Confesso que não é meu estilo de filme preferido. Mas saí no meu domingo à tarde aberta a provar essa experiência. E sim, foi uma experiência!Sempre que vejo obras (livros ou filmes) capitaneados por mulheres e, maisainda,Continuar lendo “A Substância”
Carta a minha filha
Maya Angelou, tradução Celina Portocarrero; prefácio Conceição Evaristo – 2ed. – Rio de Janeiro: Agir, 2019. Um livro com as narrativas de memórias especiais da autora, lições que aprendeu e deseja compartilhar, ora divertidas, ora dolorosas. Maya Angelou foi ativista pelos direitos civis dos afro-americanos, professora, poeta, escritora, cantora, entre tantos outros lugares que ocupouContinuar lendo “Carta a minha filha”
