ILUSÃO

Por: Julia Quintanilha Quem me dera poder me apaixonarCorações nos olhos, borboletas na barrigaAgir de forma estúpida, sentir flutuarFazer as pazes depois de uma briga Passei um tempo dizendo que sentia por vocêTodos esses sentimentos confusos que pareciam no arPareciam fortes e era natural como aprender o abcMas a verdade, é que eu só queriaContinuar lendo “ILUSÃO”

PALAVRAS ESPALHADAS

Quem sabe elas encontrem um coração distraído Por: Lidya Gois Deixa eu escrever, espalhar minhas palavras por aí Quem sabe elas encontrem um coração distraído Arranquem algum pequeno sorriso Sejam a companhia de alguém na solidão Tragam de volta um lampejo de esperança Ou quem sabe elas viajem e cheguem distante Bem no instante emContinuar lendo “PALAVRAS ESPALHADAS”

O LADO SOMBRIO DA VIDA É O LADO SUBLIME DA MORTE

Por: Lívia Maria Silêncio… Fecharam-se as portas do olhar terreno. Aqui jaz um coração. Luto… O sofrimento silencia os acordes de belas lembranças.  O som da despedida ainda ecoa. Desalento… Será em vão aguardar  o aconchego das mãos em eterno descanso. Trevas… Como a escuridão das noites perante novas manhãs, o pesar da escuridão dosContinuar lendo “O LADO SOMBRIO DA VIDA É O LADO SUBLIME DA MORTE”

VOA PASSARINHO

Por: Karla Militão Ele chegou assustado. Seu bico parecia machucado. Trazia suas asas feridas e Nos olhos lembranças perdidas. Cansado de voos cansativos Largado e já sem motivos Não sabia o porquê, mas se encantou por ela. Talvez pelo seu jeito de criança que trouxe a ele um raio de esperança. Ela cuidou do PassarinhoContinuar lendo “VOA PASSARINHO”

Loucura

Por: Claudia Nagau Loucura é o lugar temido É ser o que não se quer É pensar onde a sanidade não alcança É viver o que o mundo não deixa Devir de impulsos e desejos Concretizá-los Loucura é oportunidade… Crédito da Imagem: Joana Nagau “Os textos representam a visão dos respectivos autores e não expressam aContinuar lendo “Loucura”

NO MUSEU DOS AMORES PERDIDOS

Por: Lidianne Monteiro Não se demora no museu Não se quer souvenir Tudo o que se quer é partir Os corredores estão vazios As gargalhadas nas prateleiras soam tristes De repente se está lá, sem que se queira estar Já era outro tempo e foi a música que lhe levou O perfume que lhe levouContinuar lendo “NO MUSEU DOS AMORES PERDIDOS”