Engoli a teia
e caminhei com as aranhas no bolso
sem fazer alarde.
Te chamo pra contar meu pesadelo,
sobre os limites do corpo
e do mundo:
choveu demais aqui
e há uns timbres em minha voz
que só pra você posso cantar,
sopram você
(sabiá,
sabe lá).
O que mais da história segue
logo logo se apagará dos livros.
