Eu não sou posse Não sou ancoragem Não sou porto Não sou paragem Eu Não sou ternura Nem sou loucura Tampouco ingênua Não sou insegura Eu Não sou bebida fraca Pintura abstrata Medalha de prata Eu ((Sou concreta, sou luz, mulher, voz que não cala))
Arquivos mensais:setembro 2026
O tom da chuva
O céu empurrou o sol para trás das nuvens carregadas. Imagino um lugar em que eu não precise ser outra coisa, a não ser exatamente quem sou. Um espaço completamente meu. Este lugar existe. É aqui, em frente à janela, essa fronteira entre dois universos: o lado de dentro e o lado de fora. JanelasContinuar lendo “O tom da chuva”
