Aprendi na terapia (e na vida)

Posicionamentos

Nossos posicionamentos nos cobram preços.

Podemos perder oportunidades, espaços, dinheiro, e até mesmo pessoas.

Podemos passar dias chorando ou com raiva.

Mas acredito que não vale a pena sacrificar o que pensamos e sentimos, passar por cima das nossas próprias emoções e convicções, nosso amor próprio, nosso direito de opinar e nos expressar, por medo da reação dos outros, de ser a chata, de não gostarem da gente. Ou de rebaterem o que dissemos.

Se perdemos coisas aqui, ganhamos acolá. E nosso respeito próprio fica no lugar certinho. Sem arrependimentos.

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Estudo

Nada mais valioso, para quem estudou e colheu frutos do seu empenho, que a oportunidade de adquirir novos conhecimentos, tanto dos livros, apostilas e aulas quanto da própria vida.

É triste ver uma juventude alienada, que não sabe dar o devido valor e usufruir dessas oportunidades de aprender. Eles perdem, e toda a sociedade também.

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Mulheres

Mulheres que não abaixam a cabeça e lutam por seu espaço ainda são pouco compreendidas por outras mulheres, que ainda pensam que cabe a elas serem as doces e conciliadoras. Ainda temos muito pra avançar. Mas não podemos desistir da luta!

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Luta

Se eu estou lutando, eu tenho que lutar. Lutar não é só vestir uma camisa, e sim fazer bom uso dela. Lutar não é só mostrar, é fazer.

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Busca por dinheiro

Cansada de pessoas que se limitam a pensar em prosperar financeiramente, de redes sociais onde impera o “faça isso e ganhe dinheiro”, “faça aquilo e ganhe dinheiro”.

Isso é importantíssimo, sem dúvida. Mas não deveria ser a razão central da vida.

Alguém parou, por cinco minutos que seja, para pensar na contribuição social daquilo que se faz?

Publicado por Carol Pessôa

Jornalista, escritora e atriz. Autora dos livros À Beira da Vida, Salto para o Desconhecido, Amor e outras Histórias: contos para aquecer o coração, A Cápsula e Meu Canto.

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