Falei pouco com você.
Talvez nossa distância tenha começado pela própria distância. Ou terá sido pela pouca comunicação?
Talvez você imaginasse que o amor era suficiente e as falas acessórias não eram necessárias. Talvez você esperasse ansiosamente os fins de semana, quando em geral nos encontrávamos. Talvez você esperasse minha iniciativa. E eu esperava a sua.
Vontades desencontradas.
Eu me punha a imaginar se naquele instante você sentia minha falta. Por que não ligava ou escrevia uma carta? Dúvidas! Dúvidas. Meus dias eram entorpecidos por elas. Eu tentava, então, me contentar com os ligeiros encontros.
Queria conhecer suas histórias, saber dos sonhos, medos, traquinagens, da coragem. Vi sua força tão exuberante. Ela me achou, contagiou. A falta das ligações ainda me aflige. Mas, sinto o sorriso do encontro abraçar meus anseios, trazer sossego.
Entendi que você continua lá, mesmo sem ligar, mesmo sem falar.

Lindo texto!!
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Obrigada, amiga linda.
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Oi, Lidia querida. Que bela carta/ poema de amor! Parabéns! Vivi situação idêntica, querida. Obrigada por compartilhar. Beijo
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Querida Jovina, temos essqs histórias vividas em comum. Um beijão
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Adorei, Lidynha! Identifiquei-me com vários trechos. No mundo de hoje, as vezes deixamos de nos conectar com as pessoas, não telefonamos, negligenciamos as “conversas acessórias”, etc. Para criar vínculos precisamos conviver, nos conectarmos com o outro. Texto conciso e cheio de reflexões. Parabéns!
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Perfeito Amiga
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Muito obrigada, amiga
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Obrigada pelo carinho, Lidi
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Lidynha, me senti nesse lugar da amiga que ama mas quase não liga… rsrs
Amei seu texto! ❤️
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Minha amiga vc é inspiração.
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Awnnnnnn não faz isso, que fico toda boba!!! Rsrsrs 😘
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