AMOR DE CARNAVAL

“Amor de carnaval desaparece na fumaça, saudade é coisa que dá e passa… “
A marchinha de carnaval diz assim, mas eu conheci um rápido amor de carnaval que deixou uma saudade pra sempre.
Paul era o seu nome. Americano, turista, mal falando o Português e conseguindo se comunicar melhor em Espanhol.
Eu, recém saída da adolescência, exibindo em meus 18 anos uma vontade louca de encontrar um amor.
Éramos uma turma de 10 amigos, dançando e desfilando pelas ruas do Rio.
As escolas de samba se apresentavam ali perto e o samba nos embalava e enchia de alegria.
De repente alguém tocou no meu braço. Olhei e vi um rapaz muito bonito me pedindo uma informação, ou será que tanta beleza era só eu mesma que via? Tentando se comunicar comigo, experimentou o inglês, mas eu não era boa nisso e acabamos no Espanhol, um pouco aportuguesado.
Paul, logo entrou na nossa turma e se tornou amigo de infância de todos nós.
A noite, pelo menos para mim parecia ter horas a menos que o normal, pois foi tão curta. Pulamos carnaval, sambamos, conversamos e nos divertimos muito.
O dia amanheceu e com ele trouxe a despedida. Um abraço apertado, um beijo rápido e o nosso encontro acabou.
Naquela manhã Paul voltou para sua Terra e nunca mais nos vimos.
Até hoje, muitos anos depois, ainda guardo esta lembrança linda de um breve AMOR DE CARNAVAL.

AMOR DE CARNAVAL

“Amor de carnaval desaparece na fumaça, saudade é coisa que dá e passa… “
A marchinha de carnaval diz assim, mas eu conheci um rápido amor de carnaval que deixou uma saudade pra sempre.
Paul era o seu nome. Americano, turista, mal falando o Português e conseguindo se comunicar melhor em Espanhol.
Eu, recém saída da adolescência, exibindo em meus 18 anos uma vontade louca de encontrar um amor.
Éramos uma turma de 10 amigos, dançando e desfilando pelas ruas do Rio.
As escolas de samba se apresentavam ali perto e o samba nos embalava e enchia de alegria.
De repente alguém tocou no meu braço. Olhei e vi um rapaz muito bonito me pedindo uma informação, ou será que tanta beleza era só eu mesma que via? Tentando se comunicar comigo, experimentou o inglês, mas eu não era boa nisso e acabamos no Espanhol, um pouco aportuguesado.
Paul, logo entrou na nossa turma e se tornou amigo de infância de todos nós.
A noite, pelo menos para mim parecia ter horas a menos que o normal, pois foi tão curta. Pulamos carnaval, sambamos, conversamos e nos divertimos muito.
O dia amanheceu e com ele trouxe a despedida. Um abraço apertado, um beijo rápido e o nosso encontro acabou.
Naquela manhã Paul voltou para sua Terra e nunca mais nos vimos.
Até hoje, muitos anos depois, ainda guardo esta lembrança linda de um breve AMOR DE CARNAVAL.

Publicado por Ana Angelica

Escrevo porque gosto de contar histórias.

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