Avenida comercial, tanto camelô e gente nas calçadas que fica difícil ver o chão: mais de um tropeçou no corpo até que alguém diagnosticasse “é o calor” associando o 36°C no termômetro do poste da esquina com o rubor e suor. Nessa certeza tratou logo de tirar-lhe o moletom.
No bolso: um cartão vale-passagem do ônibus, o crachá da empresa e um vidrinho de dipirona.
