Sempre no mesmo horário, no mesmo ponto de ônibus, mas o dela passa antes do meu. Tem quinze dias acordei feliz e sorri dizendo “Bom dia!”. Ela só fechou a cara e abaixou a cabeça. Fiquei na minha. O ônibus dela passou, ela entrou. Depois passou o meu.
E nunca mais ela esteve naquele ponto de ônibus. Não sabia que um “bom dia” causava transtorno, desculpe!
Microcrônicas de capital #1
